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“Os delegados da Conferência Mundial das Nações Unidas Contra o Racismo concordaram que sionismo é racismo”

06.02.11  |   Conflito  |  Marcella Becker

MITO

“Os delegados da Conferência Mundial das Nações Unidas Contra o Racismo concordaram que sionismo é racismo”.

 

FATO

Em 2001, as nações árabes procuraram novamente questionar a legitimidade da existência de Israel ao tentar igualar sionismo a racismo na Conferência Mundial das Nações Unidas Contra o Racismo em Durban, África do Sul. Os Estados Unidos uniram-se a Israel no boicote à conferência quando ficou claro que, em vez de enfocar os males do racismo, do anti-semitismo e da xenofobia – supostamente os temas do evento – a conferência converteu-se em um fórum para atacar Israel. Os Estados Unidos retiraram a sua delegação “para enviar um sinal às nações do mundo que amam a liberdade e dizer-lhes que não ficaremos passivos enquanto o mundo tenta descrever o sionismo como racismo. Isso é completamente equivocado”.

Ari Fleisher, secretário de Imprensa da Casa Branca, acrescentou que “o presidente está orgulhoso por se colocar ao lado de Israel e da comunidade judaica, e envia um sinal de que nenhum grupo vai encontrar aceitação e respeito internacional se seu propósito for igualar o sionismo ao racismo”.

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