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Mito: “Os judeus não têm direito à terra que eles chamam de Israel”

11.01.11  |   Conflito  |  Marcella Becker
MITO:

  

“Os judeus não têm direito à terra que eles chamam de Israel.”

 

FATO:

 É um erro comum achar que todos os judeus foram forçados à Diáspora pelos romanos após a destruição do segundo templo de Jerusalém, no ano 70 E.C.,1 e que só 1.800 anos depois regressaram à Palestina exigindo seu país de volta. Na realidade, o povo judeu tem mantido laços com sua pátria histórica por mais de 3.700 anos.O povo judeu manteve laços com sua pátria histórica por quase 4 mil anos e assegurou o seu direito à terra de Israel por pelo menos três razões:

 

1) Foram eles que colonizaram e desenvolveram aquela terra;

 

2) A comunidade internacional concedeu soberania política aos judeus na Palestina;

 

3) O território foi tomado em guerras defensivas;

 

Mesmo após a destruição do segundo templo de Jerusalém e do início do exílio, a vida em Israel continuou e floresceu normalmente. Grandes comunidades se restabeleceram em Jerusalém e Tiberíades por volta do século IX. No século XI, havia concentrações judaicas em Rafah (em hebraico, Rafíah), Gaza, Ashkelon, Iafo (Jaffa) e Cesaréia.

 

Os cruzados massacraram muitos judeus durante o século XII, mas a comunidade se recuperou nos dois séculos seguintes, quando um grande número de rabinos e peregrinos judeus imigrou para Jerusalém e Galiléia. Rabinos proeminentes se radicaram em Safed, Jerusalém e outros lugares durante os 300 anos seguintes. No início do século XIX – anos antes do nascimento do movimento sionista moderno – mais de dez mil judeus viviam ao longo do que hoje é Israel.2 Os 78 anos de construção da nação, iniciados em 1870, culminaram com o restabelecimento do Estado judeu.

 

A “certidão de nascimento” internacional de Israel foi validada pela promessa bíblica; a presença judaica ininterrupta dos tempos de Josué em diante; a Declaração Balfour de 1917; o Mandato da Liga das Nações, que incorporou a Declaração Balfour; a resolução da partilha pelas Nações Unidas em 1947; o ingresso de Israel nas Nações Unidas em 1949; seu reconhecimento pela maioria dos países; e, sobretudo, tem sido validada pela sociedade criada em Israel nas décadas de existência nacional próspera e dinâmica.

 

“Ninguém presta qualquer favor a Israel por proclamar o seu ‘direito à existência’.

O direito de Israel existir, assim como o dos Estados Unidos,

Arábia Saudita e outros 152 países, é axiomático e incondicional.

A legitimidade de Israel não está suspensa no ar,à espera de reconhecimento…

Certamente não há outro país,grande ou pequeno, jovem ou velho,

que iria considerar o simples reconhecimento do seu ‘direito à existência’

como um favor ou uma concessão negociável”.– Abba Eban

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